terça-feira, 17 de abril de 2012

Curso de Marketing Político Digital em Fortaleza


Como criar uma estratégia política vencedora diante dos novos paradigmas sociais e de comunicação?

Com o diferencial de uma visão estratégica do universo digital e seu impacto no processo democrático, Gabriel Rossi, considerado autoridade em marketing político na internet, oferece em parceria com associados  o Curso de Marketing Político Digital.

Realidade da comunicação com o público se transformou radicalmente na era digital: Agora, todos têm voz, são gestores de conteúdo em potencial e tudo que se fala na web fica registrado e é amplificado. Este paradigma afeta o modo como as organizações são moldadas, facilita e dá fôlego para movimentações sociais e tem inevitável e perene influência no processo democrático.
Os candidatos e figuras políticas estão percebendo a importância vital de estarem alinhados ao comportamento dos cidadãos
Pesquisa do Ibope confirma que a web já é a segunda fonte de informações sobre um candidato. Não há tempo a perder, pois gestão de imagem e atuação política online são processos contínuos, duradouros e cada vez mais determinantes.
O marketing político precisa se reinventar com base neste cenário, indo além das fórmulas genéricas e procedimentos batidos, com visão de conjuntura e perspectiva de longo prazo. A eleições dos próximos anos serão altamente influenciadas pela performance das campanhas tanto no online quanto no offline.
Para auxiliar lideranças políticas a lidar com os novos desafios e oportunidades do marketing moderno de forma abrangente e profissional, o estrategista Gabriel Rossi, considerado autoridade em marketing na internet, oferece em parceria com associados das áreas política e digital o Curso de Marketing Político Digital, focado em estratégias de vanguarda e real vantagem competitiva.

Compromisso: Apresentar conhecimento avançado, vanguardista e diferenciando do marketing na era digital, auxiliando políticos, assessores e profissionais do ramo a alcançarem o potencial máximo que o marketing e as estratégias digitais podem oferecer no segmento político, tanto em campanha quanto durante uma gestão.

Público-alvo: Políticos, assessores políticos, profissionais de marketing, publicitários, comunicadores e estudiosos.

Diferenciais:

- Foco  no marketing político digital de real vantagem competitiva;
- Visão de conjuntura ampla;
- Expertise em marketing e direito eleitoral;
- Fundamentação teórica sólida;
- Perspectivas vanguardistas do marketing político e eleitoral, desvencilhadas de modelos pré-moldados e fórmulas antigas sem eficácia estratégica;
- Uma equipe multidisciplinar presta suporte para o desenvolvimento de um curso abrangente e dinâmico.

Edições

O Curso de Marketing Político Digital oferecido pela Gabriel Rossi Consultoria terá edições em diversas cidades brasileiras, sempre trazendo  novidades e conceitos diferenciados do marketing apresentados por Gabriel Rossi e por parceiros com sólido know-how de estratégias digitais e políticas.



 Cronograma do Curso:
09:00 – 10:30: Marketing Digital (“Muito além do case Obama”)
10:30 – 11:00: Intervalo
11:00 – 13:00: Monitoramento de Redes Sociais e Netnografia
13:00 – 14:00: Almoço
14:00 – 16:30: Propaganda Eleitoral
16:30 – 17:00: Intervalo
17:00 – 19:00: Planejamento Estratégico e Tendências
Detalhes:

Data: 21 de abril de 2012
Horário: das 09h às 19h
Local: MAGNA PRAIA HOTEL
Av. Historiador Raimundo Girão, 1002 – Praia de Iracema
CEP. 60165-050 | Fortaleza – CE


Curso de Marketing Político Digital e Propaganda Eleitoral – Fortaleza
Valor: R$ 390,00 (Parcelamento em até 6 vezes)
Carga Horária: 8 horas


quarta-feira, 11 de abril de 2012

Brasil pode perder fatia de mercado por culpa da burocracia governamental. Confiram matéria da Exame.

"O Brasil pode ficar para trás", afirma Michael Porter

Para Michael Porter, maior especialista mundial em competitividade, o Brasil e suas empresas só serão realmente fortes quando o governo deixar de representar um papel desastroso para a economia
Michael Porter: “A competitividade não tem de ser um jogo de soma zero, em que um país ganha quando o outro perde”

Boston - Nunca houve um momento tão favorável para economias emergentes na história como o atual. O crescimento, no entanto, pode mascarar fragilidades capazes de minar a prosperidade desses países nos próximos anos. O alerta é do americano Michael Porter, maior especialista em estratégia e competitividade do mundo.
Professor da Harvard Business School e diretor do ranking de competitividade das nações do Fórum Econômico Mundial, ele condena duramente o papel do governo brasileiro na criação de um ambiente de negócios eficiente.
Na sala de reuniões de seu escritório, localizado num pequeno prédio de dois andares no campus de Harvard, em Boston, Massachusetts, ele deu a seguinte entrevista a EXAME.  
EXAME - Diante da crise persistente que abate países ricos, pode-se dizer que a definição de competitividade mudou no mundo atual?
Michael Porter - Competitividade é um conceito atemporal e se apoia em duas condições básicas, no caso dos países. Em primeiro lugar, as empresas locais têm de conseguir competir em mercados globais. Ao mesmo tempo, o padrão de vida de seus habitantes tem de melhorar. Sem nenhuma dessas duas­ condições, o país não é competitivo. E somente o ganho de produtividade permite conciliá-las.
EXAME - Por que os países ricos perderam competitividade?
Michael Porter - Os mercados emergentes cresceram rapidamente e os países ricos não seguiram o mesmo ritmo de progresso. A globalização começou na década de 70 e os países ricos se deram bem no começo porque as nações emergentes eram ineficientes.
Ao mesmo tempo que as nações emergentes melhoraram, os países mais ricos passaram a enfrentar o envelhecimento da população — e o consequente aperto no orçamento, sobretudo nas áreas de saúde e previdência. A combinação dos dois fatores é um fenômeno relativamente novo no cenário mundial.
EXAME - Em sua opinião, os países emergentes estão aproveitando a oportunidade? 
Michael Porter - Economias emergentes, como o Brasil e alguns países da Ásia, beneficiaram-se de fatores como a explosão dos recursos naturais. Isso faz parecer que um país é próspero. A verdade é que a prosperidade que se vê muitas vezes não decorre do ganho de produtividade. Os países emergentes têm agora uma grande oportunidade. 
É mais fácil melhorar quando você é fraco, copiando os líderes. O envelhecimento  da população ainda não é um problema crítico. Mas a prosperidade não será automática e linear nos próximos anos. Não sei se a era de ouro vai durar mais três ou dez anos. Desafios vão surgir. Já temos um ajuste de salários. A diferença de salários entre trabalhadores indianos ou chineses e americanos já diminuiu. 
Michael Porter - Alguns países melhoraram fundamentos básicos, como educação, saúde e infraestrutura. Abriram seus mercados para investidores estrangeiros e criaram regras mais estáveis. A China, por exemplo, segue uma estratégia clara, mas que não coincide com o interesse de seus cidadãos.
Abusa de baixos salários e da intervenção excessiva do governo. Algumas dessas políticas funcionam no curto prazo, mas vão custar caro com o tempo. Esse cenário não vai permitir que a economia chinesa se torne vibrante no futuro.
EXAME - De que maneira essa postura pode ser um problema no futuro?
Michael Porter - Salários baixos são uma fonte temporária de competitividade. Salários baixos não constroem países competitivos. Esses países não deveriam se preocupar se os salários estão se tornando mais altos — eles deveriam deixá-los subir, porque isso vai criar prosperidade.
A China distorceu elementos da competitividade e criou um jogo de ganha-perde com o resto do mundo. Mas não será capaz de crescer no futuro com esse modelo. Sem proteção de propriedade intelectual, por exemplo, não existe inovação, e isso vai ser um problema. 
EXAME - Quais são os outros fatores que podem atrapalhar o crescimento de países emergentes?
Michael Porter - Em países como o Brasil, o papel do governo é, francamente, um desastre. O governo é muito burocrático. Os impostos são complexos e pesados. O Brasil tem muitos recursos, gente inovadora. Mas o peso do setor público atrasa o crescimento do país. 
O governo conquistou estabilidade macroeconômica, mas em termos microeconômicos não avançou muita coisa. O Brasil terá de se transformar nos próximos 20 anos. Ou então ficará para trás. Não é um problema para os próximos dois ou três anos. Mas será um problema daqui a dez ou 15 anos. 
EXAME - Qual é o melhor exemplo de país que tenha superado o excesso de burocracia?
Michael Porter - É difícil achar uma referência comparável ao Brasil, pelas suas dimensões. A Indonésia se livrou de problemas ao simplificar o governo. A Colômbia também fez rápido progresso no ambiente de negócios quando o governo passou a atrapalhar menos. 
Michael Porter - Negócios bem-sucedidos são a base de uma economia próspera. A indústria cria empregos, paga impostos e faz a economia crescer. Governos não podem criar riqueza. Negócios criam riqueza. E a maneira correta de garantir que isso aconteça não é com monopólio ou distorções. 
EXAME - Alguns países, inclusive o Brasil, têm recorrido a barreiras protecionistas para frear a concorrência estrangeira. O que o senhor acha dessa estratégia? 
Michael Porter - É algo tentador, mas quase nunca funciona. Uma vez que você começa a fazer isso é difícil parar. E, protegidos, os negócios locais não melhoram. Um dos casos raros em que o protecionismo resultou em melhora é o da Coreia, onde as companhias locais promovem um ambiente competitivo suficiente para gerar produtividade. No Japão, há evidência de maior sucesso em áreas não protegidas. E o desempenho de setores protegidos foi um fiasco. 
EXAME - A competição global pode se tornar um jogo em que todos ganham?
Michael Porter - A competitividade não é necessariamente um jogo de soma zero, em que um país ganha se o outro perde. A convivência sem barreiras pode ser produtiva para todos. Hoje, todo país precisa ter multinacionais — tanto empresas de fora em seu território quanto empresas locais com presença internacional.
Se você entende que produtividade é algo que define a competitividade, então você vai querer multinacionais de classe mundial em seu território. Essa é uma razão pela qual o protecionismo é uma ideia morta atualmente. 
EXAME - Ainda estamos distantes de uma recuperação da crise?
Michael Porter - Vivemos a mais lenta recuperação de uma crise na história americana. Num le­vantamento que fizemos na universidade, descobrimos que o declínio da competitividade americana começou no fim dos anos 90. Ainda temos uma massa de empreendedores fenomenal e centros tecnológicos de ponta.
É preciso, no entanto, recuperar fundamentos como infraestrutura e educação bá­si­ca. Há um grande caminho para as empresas americanas no que se refere também ao ganho de produtividade. Uma crise raramente decorre de forças impossíveis de conter. Quase sempre resulta de um conjunto de decisões. É uma questão de fazer as escolhas certas.



quinta-feira, 5 de abril de 2012

Inovar e manter a majestade!

Para quem não acredita que uma marca que está em ascensão precisa estar em constate modificação, adaptação e inovação às necessidades e desejos dos clientes chega ao mercado o mais novo lançamento da Skol, produto este que entrou de cabeça no período de Páscoa e resolveu juntar duas paixões de seus consumidores (Chocolate e Cerveja), o que foi chamado o ovo de Páscoa da marca, o qual é feito de chocolate trufado e tem Skol em seu recheio.

Fica uma reflexão: Time que está vencendo se mexe também e é bem estratégico! 
FELIZ PÁSCOA PARA TODOS!

 Assista ao comercial (este vídeo pode não ser exibido em iPad e alguns tablets Android)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Marketeiro ou Marketólogo/Mercadólogo


A grande diferença!

O grande papel de uma consultoria eficiente e eficaz em Marketing é identificar pontos fracos e propor ação de correção e mudança em tempo hábil, mas lógico pode ser também um instrumento de afeição de desempenho, visando a investimentos futuros, ou seja a consultoria pode estar a serviço da direção da empresa ou de seus acionistas.

Mas a pergunta que fica é: afinal o que é Marketing? O que faz o profissional dessa área? Como ele é chamado, Marketeiro ou Marketólogo/Mercadólogo? E porque algumas empresa publicitárias insistem em fazer o papel que cabe apenas ao Profissional de Marketing? Existe alguma semelhança entre Publicidade e Marketing?

É bom lembramos que vivemos num mundo globalizado, assoberbado de informações em constante mutação, que nos chega na velocidade de um piscar de olhos e como elas as estratégias estão sempre mudando, aperfeiçoando, descobrindo e abrindo novos nichos de mercado e novas técnicas de comunicação e persuasão.

O papel do Marketing é através de pesquisas, investigações e estudo do comportamento do consumidor e do mercado, buscar, identificar os desejos e necessidades dos clientes para enfim satisfaze-los, ou seja, o Profissional de Marketing ou Marketólogo/Mercadólogo fabrica sonhos para serem realizados pelos consumidores, utilizando todas as ferramentas eticamente possíveis tais como Publicidade, Propaganda, Mala-Direta, Relações Públicas, etc. 



O Marketeiro, é todo aquele profissional de outras áreas tais como jornalistas, publicitários, advogados entre outros, que se utilizam de algumas técnicas mercadológicas, quase sempre ultrapassadas pela tecnologia da comunicação de marketing instantânea, a qual só é bem percebida e entendida, pelo próprio marketólogo, pois é dele a responsabilidade de sempre gerar essa mutação e inovação para suprir novas necessidades e nichos desse mercado globalizado.

Algumas empresas de publicidade, insistem em fazer o papel do Marketing, por dois motivos, um por não conhecer essa profissão tão nova, mas tão abrangente, dinâmica e eficaz, a outra, por essas duas profissões distintas estarem quase sempre em harmonia uma com a outra. Mas a Publicidade é uma das várias ferramentas poderosa do marketing, assim como a Assessoria de Imprensa e o Relações Públicas, mas nunca uma empresa que não possua um marketólogo, chegará a fazer Marketing.



É por isso que quando um publicitário que ao confundir marketing com publicidade, quer utilizar técnicas mercadológicas, que por sinal além de não serem atualizadas com a realidade do momento, quase sempre fracassam.

A Publicidade é o meio pelo qual as empresas comunicam suas IDÉIAS, promoções e imagem, de forma persuasiva para buscar novos clientes. Os publicitários são excelentes profissionais capazes de promover essa comunicação de forma eficaz, coerente e criativa, mas nunca será um marketólogo/mercadólogo, que passa anos em sua formação acadêmica, se especializa em marketing, unindo-o a pratica em nossa realidade contemporânea para exercer sua profissão com excelência. Um publicitário será sempre um excelente publicitário, um marketeiro poderá ser um bom marketeiro, mas um marketólogo/mercadólogo será sempre o mestre dos magos, criador e realizador de sonhos!


Cláudio Silveira
Colunista de Marketing
Diretor da Sucesso Consultoria em Marketing


sexta-feira, 9 de março de 2012

Marketing pessoal e o diferencial competitivo


A importância do Marketing pessoal aliado a capacidade criativa e inovadora de se conseguir um diferencial competitivo.

A ordem dos 4 P's do Marketing

Certa vez em sala de aula um aluno abordou que os 4P's seguem uma ordem definida, uma afirmação que me vez pensar a respeito. Tudo bem que para uma execução correta, o Produto sem dúvida é o primeiro P, diria que é a materialização da necessidade no momento em que a mesma é identificada. Agora definir a ordem dos outros 3 P´s tende a variar de acordo com a estratégia. Descobrir onde existe uma "brecha" para a implantação deste produto, por exemplo é uma forma de levá-lo à Praça, mas para isto será necessário que o Preço já esteja estabelecido e esta precificação tenha relação de equilíbrio entre a concorrência proporcionando oportunidade de barganha pelo consumidor, por fim ficamos com último composto de Marketing que é a Promoção, premissa básica para o alavancamento do Produto em seu segmento. Mas com estratégias cada vez mais inusitadas esta ordem seria a mais adequada? Com o e-commerce será que esta estratégia seria tão simples assim? O que conta no final é o plano de ação mais ajustado, adequado e alinhado com os interesses da empresa.

Fonte: Internet
Por: Jerônimo Pires